terça-feira, 17 de setembro de 2013

Equipe Hanier Racing destaca saldo positivo após etapa do Velopark

Hanier Racing ficou prestes a colocar dois carros dentro da zona de pontuação na etapa gaúcha, mas um toque no fim da prova danificou a suspensão do carro de Beto Cavaleiro


A etapa do Velopark da Stock Car, corrida disputada neste domingo em Nova Santa Rita, região metropolitana de Porto Alegre, foi positiva para os pilotos Felipe Lapenna e Beto Cavaleiro, da Hanier Racing. Não fosse um acidente no fim, ambos conseguiriam terminar dentro da zona de pontuação.

Largando em 22º, Lapenna se aproveitou do entrevero da largada, ganhou muitas posições e passou a lutar pelo top-10 da corrida. No fim, quando já estava estabilizado em 13º, teve problemas de freios e terminou a corrida em 18º.


"Na largada, acreditei e contornei a chicane por fora. Vi que subiu muita poeira, gente rodando, mas achei o Thiago (Camilo) e fui atrás, passando por tudo ileso", explicou Lapenna. "Estava indo muito bem na prova, em 13º e trocando push (to-pass) com os concorrentes, mas meu ritmo no final começou a cair muito por causa dos freios, que quase acabaram. Mesmo assim consegui salvar alguns pontos, o que é sempre importante", finalizou.

Beto Cavaleiro fazia uma corrida limpa e consciente. Quando tinha tudo para marcar pontos mais uma vez na temporada, foi acertado por um competidor que errou a freada do final da reta principal e foi obrigado a abandonar por uma quebra de suspensão.

"Minha corrida estava ótima, vinha comboiando com uma consistência boa. Só que no fim da prova, levei uma pancada que quebrou minha suspensão, furou meu pneu... foi fim de corrida, infelizmente. Foi uma pena, pois tinha carro para terminar na zona de pontuação assim como Brasília", disse Cavaleiro.

A próxima corrida da Stock Car será dia 20 de outubro, novamente em Curitiba, décima etapa da temporada.

Resultado, corrida:
1º) Daniel Serra, (Red Bull Racing/Chevrolet), 38 voltas em 41min06s688
2º) Ricardo Mauricio, (Eurofarma RC/Chevrolet), a 2s328
3º) Marcos Gomes, (Carlos Alves Competições/Peugeot), a 3s702
4º) Valdeno Brito, (Shell Racing/Peugeot), a 8s541
5º) Ricardo Zonta, (BMC Racing/Chevrolet), a 8s930
6º) Max Wilson, (Eurofarma RC/Chevrolet), a 10s616
7º) Diego Nunes, (RC3 Bassani/Peugeot), a 11s992
8º) Thiago Camilo, (Ipiranga-RCM/Chevrolet), a 12s135
9º) Sergio Jimenez, (Voxx Racing Team/Peugeot), a 13s844
10º) Popó Bueno, (Shell Racing/Peugeot), a 14s181
11º) Luciano Burti, (Boettger Competições/Peugeot), a 14s524
12º) Rubens Barrichello, (Medley Full Time Competições/Chevrolet), a 14s855
13º) Rodrigo Sperafico, (Prati-Mico's Racing/Peugeot), a 15s838
14º) Denis Navarro, (Voxx Racing Team/Peugeot), a 16s119
15º) Cacá Bueno, (Red Bull Racing/Chevrolet), a 16s145
16º) Rafa Matos, (Hot Car Competições/Chevrolet), a 20s814
17º) Felipe Lapenna, (Hanier Racing/Peugeot), a 23s033
18º) David Muffato, (Carlos Alves Competições/Peugeot), a 23s654
19º) Fabio Fogaça, (Vogel Motorsport/Chevrolet), a 23s870
20º) Gabriel Casagrande, (RC3 Bassani/Peugeot), a 26s206
21º) Rodrigo Pimenta, (Gramacho Competições/Peugeot), a 29s253
22º) Wellington Justino, (Hot Car Competições/Chevrolet), a 29s751
23º) Galid Osman, (Ipiranga-RCM/Chevrolet), a 2 voltas

Não completaram:
Beto Cavaleiro
Tuka Rocha
Nonô Figueiredo
Ricardo Sperafico
Vitor Genz
Julio Campos
Alceu Feldmann
Átila Abreu
Allam Khodair
Duda Pamplona
Lico Kaesemodel

Resultado, campeonato:
1º) Daniel Serra, 154 pontos
2º) Cacá Bueno, 144
3º) Ricardo Maurício, 143
4º) Thiago Camilo, 141
5º) Max Wilson, 117
6º) Valdeno Brito, 108
7º) Marcos Gomes, 88
8º) Rubens Barrichello, 73
9º) Sérgio Jimenez, 72
10º) Ricardo Zonta, 70
11º) Júlio Campos, 67
12º) Luciano Burti, 66
13º) Tuka Rocha, 64
14º) Raphael Matos, 62
15º) Diego Nunes, 53
16º) Nonô Figueiredo, 52
17º) Galid Osman, 47
18º) Rodrigo Sperafico, 43
19º) Denis Navarro e Popó Bueno, 41
21º) Duda Pamplona, 38
22º) Fábio Fogaça, 37
23º) Atila Abreu e Ricardo Sperafico, 36
25º) Allam Khodair, 35
26º) Alceu Feldmann e David Muffato, 25
28º) Lico Kaesemodel,16
29º) Felipe Lapenna, 15
30º) Vitor Genz, 9
31º) Wellington Justino, 8
32º) Gabriel Casagrande, 4
33º) Rodrigo Pimenta, 3
34º) Beto Cavaleiro, 2

Rodrigo França (MTB 31120)

Foto: Fernanda Freixosa

ALTA ROTAÇÃO: Montoya de volta a Formula Indy

ALTA ROTAÇÃO: Montoya de volta a Formula Indy: Colombiano será companheiro de Hélinho e  Will Powe r na Penske. Dono de um curriculo invejavel no automobilismo mundial, Juan Pablo Mo...

Montoya de volta a Formula Indy

Colombiano será companheiro de Hélinho e  Will Power na Penske.

Dono de um curriculo invejavel no automobilismo mundial, Juan Pablo Montoya está de volta a formula indy apartir de 2014, piloto colombiano estava disputando a categoria norte-americana “NASCAR” pela equipe Ganassi.

Com a formula indy, Montoya já tem uma certa intimidade, em 1999 foi compeão dessa categoria  pela Chip Ganassi Racing quando foi subistituir o bicampeão Alessandro Zanardi .


Montoya fez sua estreia na Fórmula 1 em 2001 pela equipe de Frank Williams, da qual já havia sido piloto de testes. Em sua terceira corrida, ele surpreende a todos com uma linda ultrapassagem sobre o então tricampeão Michael Schumacher. Montoya liderava a corrida até que, numa atitude desastrada, o neerlandês Jos Verstappen tirou-o da prova. Apesar disso, ainda conseguiu terminar sua primeira temporada na F1 com uma vitória e três pole positions.

Em sua segunda temporada (2002), já com certa experiência na categoria, conquistou 7 poles e marcou 50 pontos e, a despeito de não ter vencido nenhuma corrida, ficou apenas atrás dos dois pilotos da Ferrari no final do campeonato. No ano seguinte, lutou pelo título até a penúltima prova, mas acabou perdendo a disputa, terminando novamente em terceiro no campeonato, com 82 pontos, duas vitórias e uma pole.

Em 2004, sua equipe enfrentou vários problemas: um projeto mal sucedido da Williams, além de divergências entre ela e sua fornecedora de motores acabaram por frustrar as chances de Montoya no campeonato. Por conta desse motivos, acabou aceitando uma proposta da McLaren.

Em sua nova equipe, Montoya sofreu um acidente, noticiado oficialmente como tendo acontecido num jogo de tênis (embora a imprensa especulasse que foi, na verdade, um acidente de moto), que o deixou ausente de duas provas.

Em julho de 2006, anuncia sua saída da Fórmula 1 e retorno a equipe Chip Ganassi, agora para correr na Nascar. Devido à pouca atenção que recebia da McLaren, os resultados modestos durante na temporada (até o GP dos Estados Unidos, Montoya havia marcado 26 pontos e os melhores resultados foram dois pódios) e à aparente falta de uma opção competitiva para 2007, foram os motivos para que abandonasse a categoria logo após o GP dos Estados Unidos. Montoya já havia competido pela Chip Ganassi na Champ Car e nas 500 Milhas de Indianápolis.

A atitude do colombiano de transferir-se foi considerada, por alguns, corajosa,2 visto que ainda havia tempo para negociações com as escuderias e vagas não definidas para 2007. Sam Michael, diretor técnico da Williams,  afirmou: "Senti que foi uma perda para Fórmula 1 e um talento ganho pela Nascar".
Antes de fazer sua estreia na Nascar, Montoya disputou e venceu as 24 Horas de Daytona ao lado de Scott Pruett e Salvador Durán.

No mês de junho de 2007, Montoya tornou-se o segundo piloto estrangeiro a vencer uma corrida da Nascar na história. Ele foi o vencedor da etapa da Cidade do México da Nascar Busch Series. No mesmo ano, ganhou o prêmio de melhor estreante na categoria.
Em 2008, venceu pela segunda vez consecutiva as 24 Horas de Daytona ao lado de Dario Franchitti, Scott Pruett e Memo Rojas.

Em 8 de agosto de 2010, voltou a vencer uma corrida da Nascar em Watkins Glen.

De volta à Indy, Montoya celebra a nova oportunidade que terá correndo por uma das principais escuderias do mundo do automobilismo. "Estou realmente animado com a chance de integrar um time lendário quanto a Penske. Eu tive a oportunidade de pilotar para muitas equipes tradicionais ao redor do mundo e sempre tive enorme admiração por Roger Penske e sua empresa. Eu considero uma honra ter sido convidado para pilotar para a Penske", disse Montoya, em declarações reproduzidas pelo site oficial da Indy.

A sua contratação também foi festejada por Roger Penske, proprietário da equipe que carrega o seu sobrenome. "Juan é um comprovado vencedor em todos os níveis do automobilismo. Ele venceu um monte de corridas e campeonatos, e tem uma base de fãs extremamente apaixonados. Nós estamos ansiosos para construir seu sucesso juntos e acreditamos que será um grande complemento para a equipe Penske", disse o dirigente.

Montoya é um dos poucos pilotos que venceram três das mais famosas corridas de carros do planeta: o colombiano triunfou nas 500 Milhas de Indianápolis de 2000, no Grande Prêmio de Mônaco de 2003 e nas 24 Horas de Daytona de 2007 e 2008.

Em 16 de setembro de 2013, Juan Pablo Montoya está de volta à Indy. Depois de ser dispensado da Ganassi na Nascar, o colombiano assinou contrato com a Penske para 2014 e pilotará o terceiro carro da tradicional equipe.

Texto: Fernando de Souza
Fotos:Google







segunda-feira, 16 de setembro de 2013

ALTA ROTAÇÃO: F1 - Felipe Massa, Lotus ou Mclaren?

ALTA ROTAÇÃO: F1 - Felipe Massa, Lotus ou Mclaren?: Felipe Massa, passado, presente e o futuro como será? Começou no kart quando tinha apenas oito anos de idade, nessa época morava em Bot...

F1 - Felipe Massa, Lotus ou Mclaren?

Felipe Massa, passado, presente e o futuro como será?

Começou no kart quando tinha apenas oito anos de idade, nessa época morava em Botucatu, interior de São Paulo, época que encontrou seu então ídolo “Ayrton Senna”. Nesse encontro Felipe pediu um autógrafo, que Airton lhe negou. A partir desse episódio, Massa passou a torcer po Nelson Piquet. Correu na Fórmula Chevrolet, Fórmula Renault, Fórmula 3 e Fórmula 3000.

Estreiou na Fórmula 1 em 2002 na equipe Sauber. Já em 2003 com todas as vagas preenchidas para o campeonato, Massa acabou sendo piloto de testes da Ferrari.



Massa retornou como piloto titular em 2004 novamente pela equipe Sauber até 2005. No mesmo ano, Rubinho Barrichello anunciava sua saída da equipe italiana, cadeira que passava imediatamente a ser ocupada por Felipe Massa em 2006, tendo como companheiro de equipe ninguém mais que Michael Schumacher.

Em seu primeiro ano na Ferrari, Massa alcançou já sua primeira vitória na categoria, foi no Grande Prêmio da Turquia em 27 de agosto de 2006, ficando em terceiro lugar no campeonato naquele ano.

Em 2008 Massa terminou como Vice-Campeão Mundial de F1 a um ponto de Lewis Hamilton. O título foi decidido na penúltima curva, da última volta, da última corrida da temporada, no Grande Prêmio do Brasil de 2008, vencido por Felipe. Na ocasião, tinha começado a chover e todos os seis primeiros pilotos do grid, já estavam com pneus intermediários, menos o alemão Timo Glock, que estava na quarta posição. Faltando três voltas para o fim,  Sebastian Vettel ultrapassou Glock, que caiu para quinto lugar. Na penúltima curva, da última volta Timo Glock, ainda de pneus slicks (pneus para pista seca),não tracionou o carro direito e Lewis Hamilton, concorrente ao título, que vinha no "desespero", ultrpassou o alemão (no momento em que Felipe Massa já tinha vencido a corrida), indo a quinta posição, colocação que deu o título a Hamilton, por um ponto.

Já em 2009 durante o treino classificatório para o Grande Prémio da Hungria, Felipe Massa foi atingido na cabeça por uma mola que se soltou do carro de Rubens Barrichelo. O piloto brasileiro ficou inconsciente e colidiu contra a proteção de pneus. Dois fatos comprovam que Massa ficou inconsciente: ele não soltou o volante do carro no momento da colisão (prática comum para se evitar fratura óssea e a transmissão relatava que ele estava freando e acelerando ao mesmo. O piloto teve de passar por uma cirurgia e chegou a ficar em coma induzido e respirando com a ajuda de aparelhos.

Após 9 dias do acidente, o piloto deixou o Hospital de Budapeste caminhando e embarcou para o Brasil, caminhando, Massa sobe no aviao e embarca para o Brasil. Chegando em São Paulo foi internado no Hospital Albert Einstein, onde passou por uma série de exames que descartaram a necessidade de uma nova cirurgia e no dia seguinte recebeu alta.

Schumacher chegou a ser anunciado para ser o substituto de Massa no Grande Prémio da Europa de 2009 Fórmula 1, em Valência, Espanha, mas por não ter se recuperado completamente das lesões causadas por um acidente de moto em fevereiro daquele ano, acabou desistindo de retornar as pistas. O substituto de Massa nos grandes prêmios da Europa e da Bélgica foi o italiano Luca Badoer, que ficou em último lugar nas duas etapas (tanto no grid quanto na corrida). Por este motivo, Badoer não foi substituto de Massa a partir do Grande Prémio da Itália de 2009, em 13 de setembro. A partir de então, até o final da temporada, o substituto do piloto brasileiro foi o também italiano Giancarlo Fisichella.

Em 18 de setembro de 2009, Massa voltou às pistas em uma competição de kart e inicia recuperação em São Paulo . Em 6 de outubro o piloto é confirmado para a temporada de 2010 da Fórmula 1, na Ferrari, onde começou a treinar em um simulador. Massa treina seis horas no simulador da Ferrari com a pista de Barcelona, seis dias depois o piloto iniciou os testes na pista de Fiorano, em Maranello, com o modelo Ferrari F2007.

No ano seguinte, Grande Prêmio do Bahrain de 2010 de Fórmula 1 em 14 de março de 2010 conseguiu a segunda colocação. Na corrida seguinte, o Grande Prêmio da Austrália de 2010 de Fórmula 1, Felipe conseguiu mais um pódio chegando na terceira colocação.

Entretanto, Felipe teve uma série de resultados negativos a partir dessa corrida. Chegando inclusive a envolver em duas polêmicas: a primeira quanto a uma manobra de Fernando Alonso na entrada dos boxes no Grande Prêmio da China de 2010. Na ocasião, durante a vigésima terceira volta, quando o safety car entrou na pista após um acidente, Massa ia à frente para o boxe, mas o espanhol o ultrapassou na entrada dos pits e levou vantagem sobre o brasileiro gerando críticas e um clima tenso na equipe.

A segunda polêmica foi quanto a um suposto jogo de equipe durante o Grande Prêmio da Alemanha de 2010 e, novamente, envolvia Fernando Alonso. Massa tinha assumido a ponta na largada e liderado a maior parte da prova, entretanto a equipe julgou que o piloto espanhol era mais rápido e pediu a Felipe que cedesse a posição. Felipe o fez e Alonso venceu a prova. O ocorrido gerou muitas críticas, já que o regulamento proíbe "ordens de equipes que interfiram no resultado da corrida", e a Ferrari foi multada em US$ 100 mil, além de o caso ter sido encaminhado ao Conselho Mundial da FIA.

Em 2012 Felipe Massa começou muito mal a temporada de Fórmula 1 , tendo resultados piores do que do ano anterior, chegando até o Grande Prêmio da Hungria com apenas 33 pontos, estando 139 pontos atrás de Fernando Alonso, seu companheiro de equipe que brigava pelo título. Como seu contrato com a Scuderia Ferrari era válido até o final de 2012,  sua vaga estava muito ameaçada. Depois das férias de agosto da Fórmula 1 Massa voltou a andar bem, fez 26 pontos nas 3 corridas seguintes, tendo como melhor resultado um 4° lugar no Grande Prêmio da Itália. No Grande Prêmio do Japão de 2012, Massa termina em 2° e volta ao pódio depois de quase 2 anos, confirmando sua recuperação. No Grande Prêmio da Coreia do Sul de 2012, Massa foi 4°, pois foi impedido de atacar seu companheiro Alonso que brigava pelo título. Em 31 de outubro, depois de sua sexta atuação consistente, Massa renova com a Ferrari para temporada 2013. Na estreia da corrida de Austin na F1, Massa iria largar na frente de seu companheiro, mas a Ferrari, pensando num jogo de equipe, modificou câmbio. Com isso, o piloto foi punido e perdeu 5 posições no grid. Na corrida ele foi 4°. Para encerrar e confirmar sua recuperação na categoria, Felipe Massa terminou em 3° no Grande Prêmio do Brasil de 2012. Durante essas oito corridas Massa somou 89 pontos, mais que o dobro que nas 12 corridas iniciais

Na temporada 2013 marcou o fim de seu vínculo com a Ferrari. Em 11 de setembro de 2013 Massa anunciou em seu twitter que não continuará na equipe a partir de 2014 .
 Felipe Massa revelou que já conversou com a McLaren e com a Lotus, tendo em vista prosseguir a sua carreira na Fórmula 1, depois de ver confirmada a sua saída da Ferrari. O brasileiro, que ainda sonha ser campeão mundial, mostrou-se particularmente entusiasmado com a possibilidade de sua ida para a Lotus.

“Estamos negociando. Na minha opinião, a Lotus tem um carro competitivo, e é o que eu quero. É uma equipa com uma história muito importante para o Brasil”, disse Massa à TV Globo. Apesar das dificuldades financeiras da equipa de Enstone, o ainda piloto da Ferrari confirmou que “estamos a tendo muitas conversas para tentar encontrar um caminho, não só para mim, mas também para a Lotus continuar com um bom carro”. Massa revelou ainda que “já tive contacto com a McLaren, mas não posso avaliar, é difícil dizer”.

O brasileiro mostrou-se ainda otimista em alcançar um título mundial de F1, referindo que “é lógico que gostaria de ser campeão, ainda vou lutar para isso. Não encerro a minha carreira por aqui. Terei que ter um carro competitivo, mas correr por correr, só fazer parte da Fórmula 1 e não ter chance de lutar pelas vitórias, não quero”.

Texto: Fernando de Souza
Fotos: Google





ALTA ROTAÇÃO: Cirino, Giaffone e Fogaça tentam igualar recorde d...

ALTA ROTAÇÃO: Cirino, Giaffone e Fogaça tentam igualar recorde d...: Com duas vitórias cada na Serra Gaúcha, pilotos buscam empatar com Fleck na antepenúltima etapa da Fórmula Truck. A disputa pelo título...

Cirino, Giaffone e Fogaça tentam igualar recorde de vitórias em Guaporé

Com duas vitórias cada na Serra Gaúcha, pilotos buscam empatar com Fleck na antepenúltima etapa da Fórmula Truck.

A disputa pelo título do 18º Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck terá no Rio Grande do Sul um de seus momentos decisivos. A oitava das dez etapas previstas no calendário da competição, marcada para 13 de outubro em Guaporé (RS), tende a limitar matematicamente a cerca de oito pilotos a busca pela taça reservada ao campeão de 2013 – condição que, à luz dos números e do regulamento desportivo, hoje contempla 25 participantes.

Em 16 edições realizadas da etapa no Autódromo Internacional Nelson Luiz Barro, na cidade da Serra Gaúcha, foram dez os pilotos que conquistaram vitórias. Nesse quesito, ganha destaque Jorge Fleck, que competiu na F-Truck até 2005. O gaúcho a prova três vezes consecutivas, dee 1999 a 2001, sempre com caminhões Volvo. Dos 26 pilotos que vão disputar a prova de outubro, sete já venceram em Guaporé e três buscam igualar o recorde de Fleck.

O paranaense Wellington Cirino, piloto da ABF Santos Desenvolvimento, e os paulistas Djalma Fogaça e Felipe Giaffone, que defendem a Ford Racing Trucks e a RM Competições/MAN Latin America, respectivamente, venceram a etapa guaporense duas vezes, cada. Fogaça ganhou em 1997, com um Volvo, e em 2003, já de Ford. Cirino triunfou em 2004 e 2005, sempre com Mercedes-Benz. Giaffone, em 2009 e 2010, nos dois casos de Volkswagen.

A Fórmula Truck observa um contexto histórico a cada edição do evento. Foi na pista de Guaporé que aconteceu a primeira corrida oficial válida pelo Campeonato Brasileiro, em 1996. A pole-position e a vitória foram conquistadas por Renato Martins, então pilotando um caminhão Scania da equipe Marfran. O piloto voltaria a vencer a etapa dez anos depois, quando já competia pela RM-Volkswagen. Nos dois anos, Martins conquistou o título.

Guaporé só esteve fora do calendário da Fórmula Truck em 2007. Em 16 provas já realizadas, nove encaminharam os pilotos vencedores ao título. Além de Martins, também foram campeões depois da vitória na pista gaúcha Osvaldo Drugovich Júnior (1998) e Roberval Andrade (2002), com Scania; Fleck (1999 e 2000), com Volvo; Cirino (2005) e Leandro Totti (2012), com Mercedes-Benz; e Giaffone (2009), com Volkswagen – ele hoje pilota um MAN.

Beto Monteiro, atual líder do Campeonato Brasileiro, também conquistou uma vitória em Guaporé. Foi em 2008, pela RVR Motorsport, única vez em que venceu pilotando um Scania. A lista de vencedores da Fórmula Truck na Sera Gaúcha inclui ainda o paulista Valmir “Hisgué” Benavides, hoje companheiro de equipe de Monteiro na Scuderia Iveco, que foi ao degrau mais alto do pódio em 2011 pilotando um Volkswagen da RM Competições.

A três etapas do fim da temporada, e com 96 pontos ainda em disputa, a classificação do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck é a seguinte:

1º) Beto Monteiro (PE/Iveco), Scuderia Iveco, 104
2º) Leandro Totti (PR/Volkswagen), RM Competições-MAN Latin America, 90
3º) Geraldo Piquet (DF/Mercedes-Benz), ABF Santos Desenvolvimento, 84
4º) Paulo Salustiano (SP/Mercedes-Benz), ABF Racing Team, 77
5º) Wellington Cirino (PR/Mercedes-Benz), ABF Santos Desenvolvimento, 75
6º) Régis Boessio (RS/Mercedes-Benz), ABF Desenvolvimento Team, 71
7º) Felipe Giaffone (SP/MAN), RM Competições-MAN Latin America, 62
8º) Leandro Reis (GO/Scania), Original Reis Competições, 59
9º) Valmir Benavides (SP/Iveco), Scuderia Iveco, 58
10º) Roberval Andrade (SP/Scania), Ticket Car Corinthians Motorsport, 46
11º) Diogo Pachenki (PR/Mercedes-Benz), ABF Racing Team, 40
12º) André Marques (SP/Volkswagen), RM Competições-MAN Latin America, 37
13º) Djalma Fogaça (SP/Ford), 72 Sports/Ford Racing Trucks, 32
14º) João Marcos Maistro (PR/Volvo), Clay Truck Racing, 30
15º) Alberto Cattucci (SP/Volvo), ABF/Volvo, 24
16º) Rogério Castro (GO/Volvo), ABF/Volvo, 22
17º) Alex Caffi (ITA/Iveco), Dakarmotors, 21
18º) Adalberto Jardim (SP/Volkswagen), RM Competições-MAN Latin America, 20
19º) Jansen Bueno (PR/Volvo), DB Motorsport, 18
20º) Ronaldo Kastropil (SP/Scania), Ticket Car Corinthians Motorsport, 17
20º) Débora Rodrigues (SP/Volkswagen), RM Competições-MAN Latin America, 17
22º) Pedro Muffato (PR/Scania), Muffatão, 15
23º) José Maria Reis (GO/Scania), Original Reis Competições, 13
24º) Edu Piano (SP/Ford), Território Motorsport, 12
25º) Luiz Lopes (SP/Iveco), Lucar Motorsports, 10
26º) Raijan Mascarello (MT/Ford), 72 Sports/Ford Racing Trucks, 3